Convidada pelo MEC, presidente da UndimeSC traz soluções que contemplam a gestão do acesso à educação infantil em webinário virtual

Demanda, oferta, monitoramento de vagas devem ser priorizados na organização municipal, além do conhecimento das legislações para elaboração de estratégias efetivas

Na manhã desta sexta-feira (25), a presidente da UndimeSC e Região Sul, Patrícia Lueders (DME de Blumenau-SC), participou do webinário gestão do acesso à educação infantil promovido pelo Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Básica (SEB), da Diretoria de Políticas e Diretrizes da Educação Básica (DPD) e da Coordenação-Geral de Educação Infantil (Cogei), voltado às equipes técnicas das secretarias de educação do país.

Pensar nessa temática é relacioná-la com a oferta de vagas, mas de acordo com o secretário de Educação Básica do MEC, Mauro Rabelo, a questão vai muito além. Trata-se do compromisso com a qualidade educacional e de aprendizado na ampliação da oferta. “Atuamos em regime de colaboração com a União, Estado e Município, interligadas a meta 1 do PNE, a qual sugere a ampliação da oferta da educação formal pra crianças de 0 a 5 anos de idade. É preciso avaliar a disponibilidade de vagas aliada a qualidade da oferta, considerando os espaços necessários para propiciar oportunidades verdadeiras de aprendizagens, tão essencial para o desenvolvimento humano”, diz Rabelo, que ainda ressalta a atuação engajada das três esferas e o fortalecimento dos trabalhos na elaboração de políticas e diretrizes para a educação básica.

Em formato virtual, o encontro teve por objetivo fornecer apoio técnico às secretarias de educação municipais e Distrital do país, no que diz respeito aos desafios encontrados pelos gestores no acesso à educação infantil. “É preciso ter bem claro que não há planejamento sem diagnóstico e, para isso, é preciso ter o conhecimento das legislações vigentes, entender a realidade local, suas regulamentações e especificidades, pra que a elaboração de estratégias se tornem ações efetivas de fato”, explica a presidente da UndimeSC.

Um resgate histórico foi proposto por Lueders, ao apresentar soluções que visam fomentar a importância do desenvolvimento da primeira infância. “Precisamos pensar na garantia da educação infantil de qualidade, que é a demanda/oferta, mas também no monitoramento desse acesso e permanência das crianças, com base nos índices e metas estabelecidos. Prever a ampliação do acesso é ter conhecimento do diagnóstico, e avançar na construção de políticas públicas, atuando de forma articulada e intersetorial com órgãos do poder”.

Para Beatriz Abuchaim, gerente de Conhecimento Aplicado da Fundação Maria Cecília Souto Vidigal (FMCSV), o impacto ocasionado pela pandemia é extremamente relevante no desenvolvimento e na aprendizagem dos estudantes e, tendo em vista este momento de retomada do ensino presencial, a preocupação é com a evasão escolar. “É preciso verificar como o poder público irá resgatar essas crianças e pensar em alternativas com foco na qualidade da educação básica. O vínculo com a família, o acesso e a permanência, monitoramento da Busca Ativa e não só pensar na expansão do atendimento”, ressaltando a fala inicial do secretário sobre a qualidade da oferta. A gerente ainda complementa “Não é qualquer vaga que queremos ofertar, mas a que beneficie o desenvolvimento a aprendizagem das crianças e jovens”. 📝

Por meio das contribuições, os participantes puderam compreender a organização de demanda por Educação Infantil, planejamento, e informações acerca da estrutura das etapas. O webinário foi transmitido pela plataforma Zoom às equipes técnicas das secretarias de educação do país e contou com a participação do MEC, UNDIMESC, FMCSV e demais autoridades na área da Educação Infantil.

Link da transmissão:
Apresentação UndimeSC: https://bit.ly/3t6adi8.

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