Conheça os Palestrantes

24 de março de 2026 Luiz Felipe Pondé Liderança no século XXI A liderança no século […]

Publicado em Notícias - 05/02/2026.

24 de março de 2026

Luiz Felipe PondéLiderança no século XXIA liderança no século 21 enfrenta desafios sem precedentes, exigindo uma abordagem cada vez mais consciente e empática. à medida que os líderes buscam construir um futuro positivo, torna-se essencial que vão além dos resultados e compreendam profundamente as dinâmicas humanas e sociais que moldam o ambiente de trabalho. a forma como lidam com questões como burnout, boreout, autenticidade e compromisso com valores sociais será determinante na construção de legados que serão julgados — e lembrados — pelas gerações futuras. o que será observado no século 22 será, em grande parte, o reflexo das escolhas feitas hoje.

25 de março de 2026

Josevanda FrancoAs Políticas Públicas da Educação InclusivaSua palestra abordará os fundamentos e os impactos do Decreto nº 12.686/2025, destacando os avanços das Políticas Públicas da Educação Especial.


Claudio Mallman





Sheron Mendes
Infâncias Conectadas: O que acontece com o cérebro infantil quando o mundo não desligaAs dificuldades de atenção e comportamento infantil têm relação direta com o modo como lidamos com as telas. Esta palestra traduz evidências da neurociência em decisões educacionais possíveis para gestores públicos que pensam a infância além do imediatismo.
Idilvan Alencar Garantia das aprendizagens e perspectivas do novo FundebIrá abordar o papel do financiamento da educação básica na efetivação do direito à aprendizagem. O debate destaca o novo Fundeb como instrumento estratégico para a promoção da equidade, da qualidade educacional e da redução das desigualdades.
Juliana RubioConectar saberes, incluir vidas: a Escola que cabe em todosA inclusão escolar é um princípio constitucional e um compromisso ético da gestão pública educacional. No entanto, quando ampliamos o olhar para além do público da Educação Especial, percebemos que muitas outras crianças vivenciam processos sutis — e, por vezes, estruturais — de exclusão no cotidiano escolar.
Esta palestra propõe uma reflexão aprofundada sobre quem são as crianças que, embora matriculadas, não se sentem pertencentes. Crianças com dificuldades de aprendizagem, em vulnerabilidade social, com comportamentos desafiadores, altas habilidades, sofrimento emocional, diferenças culturais, familiares ou de gênero — entre outras — também demandam políticas, práticas e posturas verdadeiramente inclusivas.
O encontro convida dirigentes municipais de educação e equipes gestoras a repensarem a inclusão como cultura institucional, responsabilidade coletiva e compromisso com o direito de aprender e pertencer. Serão abordados:
A ampliação do conceito de inclusão escolar;
Os mecanismos invisíveis de exclusão no cotidiano das escolas;
O papel da gestão na construção de sistemas educacionais inclusivos;
Estratégias para fortalecer políticas públicas que promovam equidade e pertencimento.
Mais do que garantir acesso, é preciso assegurar participação, aprendizagem e dignidade para todas as crianças.
Inclusão não é exceção. É princípio. É política pública. É decisão diária.
Iara Cadore Dallabrida


Léo Sperb
Papo Show: O cérebro por trás da gestão educacionalA gestão educacional começa no cérebro — que dirige outros cérebros.
O Papo Show, de Léo e Iara, é uma proposta inovadora de formação que apresenta os fundamentos essenciais da neurociência aplicados à gestão educacional, oferecendo aos gestores uma nova lente para a tomada de decisões, do administrativo ao pedagógico.
Em uma palestra-show dinâmica, são introduzidos conceitos básicos sobre como o cérebro funciona, apoiando líderes a organizar prioridades, decidir sob pressão, reduzir ruídos nas equipes, compreender como o cérebro aprende e ampliar a adesão às ações da Secretaria.
O encontro inaugura um novo caminho de gestão, que pode se tornar marca do Secretário em seu município, ao ser levado a gestores, profissionais da educação, famílias e estudantes.

26 de março de 2026




Israel Boniek                                                                   
Regina Shudo 
Educação Infantil: Especificidades e a legislação no atendimento a primeira infância A Educação Infantil tem especificidades próprias — por ser a primeira etapa da Educação Básica e por se organizar a partir dos direitos das crianças, do brincar, das interações, do cuidado indissociável do educar e das condições concretas de oferta. Esta palestra apresenta um panorama atualizado e aplicado à gestão sobre o que muda e o que se consolida no país com as Diretrizes Operacionais Nacionais de Qualidade e Equidade para a Educação Infantil, instituídas pela Resolução CNE/CEB nº 1, de 17 de outubro de 2024, e sua articulação direta com os Parâmetros Nacionais de Qualidade e Equidade da Educação Infantil.
Com esses marcos que orientam decisões estratégicas da rede: planejamento de expansão com equidade, gestão democrática, identidade e formação das equipes, proposta pedagógica, avaliação (sem reducionismos) e condições de infraestrutura e materiais — dimensões estruturantes dos Parâmetros.
A palestra também situa o Compromisso Nacional pela Qualidade e Equidade na Educação Infantil (Conaquei) — instituído pela Portaria MEC nº 501/2025 — como estratégia de articulação federativa para que estados e municípios avancem na universalização da pré-escola, na expansão de creches e, sobretudo, na melhoria contínua da qualidade com redução de desigualdades territoriais e sociais.
Israel Boniek e Regina Shudo tem a intencionalidade de que todos os gestores possam refletir sobres as demandas da educação infantile, com foco n gestão, prioridades de implementação e um “mapa de ação” para alinhar normas, políticas locais e práticas institucionais, fortalecendo uma Educação Infantil que seja, ao mesmo tempo, legalmente consistente, pedagogicamente coerente e socialmente justa.
Rossandro Klinjey Antes de Liderar Pessoas, é Preciso Liderar a Si Mesmo Nesta palestra, Rossandro Klinjey amplia o olhar sobre o que realmente significa liderar. Ele propõe que liderança não é controle, mas direção; não é imposição, mas influência; não é comando, mas a capacidade de sustentar relações que geram sentido, confiança e pertencimento.

Nesse percurso, o letramento emocional se revela uma competência essencial. Quem não reconhece as próprias emoções tende a reagir de forma impulsiva e perde a capacidade de conduzir com clareza. Quem não consegue nomear o que sente encontra dificuldade para escutar o outro. Liderar pessoas exige presença emocional, consciência interna e a habilidade de regular sentimentos diante da pressão, dos conflitos e das decisões difíceis.
Compartilhe:

Parceiros Institucionais